Como diria o Phenomaman, esse jogo é phenomamal (tá escrito certo sim senhor). Já deixo aqui meu review pra dar aquela fortalecida no dia de lançamento, porque o produto é de alta qualidade. Mas na moral, até agora joguei só o 1° episódio, mas que jogo bom. Os personagens são bem escritos, os diálogos tão bons, a dublagem (em inglês) é phenomamal, a trilha sonora é fantástica até agora, a arte e animação do jogo são dignas de uma série ou filme de animação, pqp, tá lindo demais, sem condições. Resta ver como vão ser as consequências das escolhas no decorrer dos episódios, mas eu mesmo, não achava ruim os jogos da Telltale, as escolhas não tinham muito peso, mas não é por isso que o jogo era ruim, tinham vários muito bons, e digo o mesmo desse aqui, mas espero que seja melhor sim. Levem em conta que realmente os episódios são curtos, entre 40-60 minutos de duração cada, mas isso não é exatamente ruim, o que tem no episódio é de altíssima qualidade, e levem em conta também que aqui não tem aquelas seções nos jogos da Telltale onde você explora um lugar e interage com um itenzinho no chão aqui ou ali, só pra encher linguiça, aqui é só cutscene, mandar os heróis pra missões, seções de hackear um computador (que não são nada ruins), ocasionais quick time events (que dá pra desabilitar se quiser) e só, aí realmente fica um jogo mais enxuto, mas não é algo ruim, é até bom, só que, ainda assim a gente fica com aquela vontade de jogar mais, mas eu entendo a decisão de enxugar o episódio e apoio. Enfim, o jogo até agora é top, agora é tentar não pensar muito nele pra ver se lança os outros episódios mais rápido, vou ver se guardo o episódio 2 pra outro dia pra espaçar um pouco, vamo ver se consigo me conter.
Em meio ao caos organizado de um jogo competitivo moderno, bonus sem cadastro se ergue como uma verdadeira ópera do imprevisível. Cada partida é um palco onde convivem o estrategista silencioso que joga como se fosse uma missão da CIA, o russo que grita “rush B” antes mesmo do round começar, e o brasileiro que transforma o chat de voz em um stand-up improvisado. Entre granadas mal lançadas e tiros certeiros que desafiam a física, nasce uma experiência quase artística — uma mistura de tensão, humor e pura insanidade digital. É o ponto de encontro entre a precisão milimétrica e o caos absoluto, onde a vitória muitas vezes depende mais da paciência do que da pontaria. CS2 não é apenas um jogo; é um retrato fiel da humanidade em 5 contra 5 — onde o herói, o traidor e o comediante podem ser a mesma pessoa, no mesmo round.